O Clube Grego de Montanhismo de Chaniá completou 80 anos de existência. Para comemorar os 80 anos ontem ocorreu a exibição de um vídeo sobre montanhistas gregos que foram ao Everest (não assisti) e desde sexta há uma exposição fotográfica no Museu de Arquitetura Mediterrânea no porto antigo de Chaniá.
Ontem no jornal local teve uma reportagem relativamente grande sobre o clube de montanha e suas atividades. Entre algumas coisas que pude pescar, o clube está com mais de 500 associados. Este ano, em todos os finais de semana o clube realizou alguma atividade ao ar livre nos mais diversos níveis, com a participação de milhares de pessoas de todas as idades. O membro mais idoso tem 84 anos e continua participando das atividades do clube. Membros do clube já pisaram no cume de algumas das montanhas mais importantes do mundo em todos os continentes, inclusive na Antártida.
Hoje a Anamaria e eu fomos ver a exposição que estava bonita bem movimentada! O clube de Chaniá é um exemplo para muitos clubes no Brasil e no mundo.
Pequenos comentários sobre minhas pequenas aventuras na ilha de Creta e, quem sabe, em outros lugares.
domingo, 3 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Chamonix - Parte 4/4: Copa do Mundo
No dia que visitamos Chamonix começou uma das etapas da Copa do Mundo de Escalada e também do comapeonato frances e escalada. Não posso dizer que tenha sido coincidência, já que eu sabia que a Copa do Mundo de Escalada ia acontecer naquele domingo, mas a escolha por esse dia foi por causa da previsão do tempo mais favorável.
Na breve intervalo que tivemos no horário do almoço passamos lá e só vimos a infraestrutura. No final da tarde antes de irmos embora passamos de novo e o local estava bem movimentado. Vimos apenas adolescentes escalando e não parecia ter nenhum figurão da escalda por ali, apesar de ter visto em algum lugar que alguém que já esqueci o nome participaria do evento.
Nada de especial na infraestrutura. Dois muros um para as provas de dificuldade e outro para as provas de velocidade, ambos relativamente grandes. Nos arredores vários lojinhas do gênero de montanha, incluindo um ressolador de sapatilhas, mas nada atraente. Uma slackline foi montada entre dois postes. Muito legal um murinho cilíndrico que foi montado para a criançada brincar, ao que pareceu, de graça.
Comprei uma camiseta do evento, bem legal, de boa qualidade. A camiseta não aparece nas fotos, mas me fotografarei com ela para mostrar aos leitores. O preço não era tão bom, mas justo pelo menos no mercado Europeu.
Fiz algumas fotos do evento.
Link para o álbum desta publicação: Chamonix - Parte 4/4: Copa do Mundo
Na breve intervalo que tivemos no horário do almoço passamos lá e só vimos a infraestrutura. No final da tarde antes de irmos embora passamos de novo e o local estava bem movimentado. Vimos apenas adolescentes escalando e não parecia ter nenhum figurão da escalda por ali, apesar de ter visto em algum lugar que alguém que já esqueci o nome participaria do evento.
Nada de especial na infraestrutura. Dois muros um para as provas de dificuldade e outro para as provas de velocidade, ambos relativamente grandes. Nos arredores vários lojinhas do gênero de montanha, incluindo um ressolador de sapatilhas, mas nada atraente. Uma slackline foi montada entre dois postes. Muito legal um murinho cilíndrico que foi montado para a criançada brincar, ao que pareceu, de graça.
Comprei uma camiseta do evento, bem legal, de boa qualidade. A camiseta não aparece nas fotos, mas me fotografarei com ela para mostrar aos leitores. O preço não era tão bom, mas justo pelo menos no mercado Europeu.
Fiz algumas fotos do evento.
Link para o álbum desta publicação: Chamonix - Parte 4/4: Copa do Mundo
sábado, 25 de setembro de 2010
Chamonix - Parte 3/4: Mer de Glace
A visita à Mer de Glace, uma geleira nos arredores de Chamonix, está longe de ser charmosa. O passeio de trem é agradável mas sem cenas espetaculares até que se chegue à estação. Dominado por turistas, o passeio ainda atende a alguns montanhistas que iniciam e/ou terminam suas aventuras na estação de Montenvers.
Lá do alto a geleira imensa coberta de terra contrasta com o verde dos arredores. Os mais curiosos podem descer até ela a pé ou de teleférico (com uma parte a pé). A partir do teleférico a descida é por escadas e plataformas metálicas. Durante a descida placas marcam em intervalos de 10 anos a altura que a geleira tinha. Há cerca de 200 anos (ou até menos) a geleira encostava na estação. Hoje deve estar a uma centena de metros abaixo.
A grande atração para quem desce é a caverna cavada na geleira a cada início de verão. Os buracos dos anos anteriores permitem ver o quanto a geleira se deslocou com o passar do tempo. Luzes coloridas e algumas esculturas deixam a visita mais interessante. Um fotógrafo com um São Bernado lucra com os turistas.
Valeu o passeio.
Link para o álbum desta publicação: Chamonix - Parte 3/4: Mer de Glace
Lá do alto a geleira imensa coberta de terra contrasta com o verde dos arredores. Os mais curiosos podem descer até ela a pé ou de teleférico (com uma parte a pé). A partir do teleférico a descida é por escadas e plataformas metálicas. Durante a descida placas marcam em intervalos de 10 anos a altura que a geleira tinha. Há cerca de 200 anos (ou até menos) a geleira encostava na estação. Hoje deve estar a uma centena de metros abaixo.
A grande atração para quem desce é a caverna cavada na geleira a cada início de verão. Os buracos dos anos anteriores permitem ver o quanto a geleira se deslocou com o passar do tempo. Luzes coloridas e algumas esculturas deixam a visita mais interessante. Um fotógrafo com um São Bernado lucra com os turistas.
Valeu o passeio.
Link para o álbum desta publicação: Chamonix - Parte 3/4: Mer de Glace
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Chamonix - Parte 2/4: A Aiguille du Midi
Logo ao chegarmos a Chamonix fomos para a Aiguille du Midi. No ponto de partida do teleférico compramos o ingresso combinado com a Mer de Glace. Não é nada barato e fiquei impressionado de ver que vários montanhistas sobem e descem pelo teleférico.
O sistema de acesso ao teleférico é meio esquisito e não funciona direito. Em cada bondinho cabem cerca de 70 pessoas e há poucas aberturas. O budum da turma é insuportável. A subida é tranquila exceto na passagem de uma torre de suporte e na chegada a estação intermediária em que o bonde dá uma sacudida "emocionante".
Na estação intermediária esperamos pouco tempo pelo bonde que faz a segunda seção do trajeto e a chegada na estação final é muito bonita. Há uma infraestutura grande lá em cima. Dos vários mirantes pudemos ver vários montanhistas perambulando pelos arredores. Vários dos principais picos dos Alpes podiam ser vistos apesar de algumas nuvens, e entre eles, é claro, o Mont Blanc. Um túnel dá acesso ao teleferérico que vai à Itália, e no mesmo túnel está o acesso para a Vallee Blanche por onde saem e chegam vários montanhistas devidamente equipados. Este túnel também dá acesso a um mirante de onde vemos alguns escaladores subindo uma pequena parede de rocha próximo ao pico. O nosso ingresso incluia a subida de elevador que sobe os útlimos metros da Aiguille do Midi e assim "fizemos cume". A fila para descer era grande e apreciamos a vista já da fila para não nos atrasarmos muito e correr o risco de não poder fazer o passeio para a Mer de Glace.
Link para o álbum desta publicação: Chamonix - Parte 2/4: A Aiguille du Midi
O sistema de acesso ao teleférico é meio esquisito e não funciona direito. Em cada bondinho cabem cerca de 70 pessoas e há poucas aberturas. O budum da turma é insuportável. A subida é tranquila exceto na passagem de uma torre de suporte e na chegada a estação intermediária em que o bonde dá uma sacudida "emocionante".
Na estação intermediária esperamos pouco tempo pelo bonde que faz a segunda seção do trajeto e a chegada na estação final é muito bonita. Há uma infraestutura grande lá em cima. Dos vários mirantes pudemos ver vários montanhistas perambulando pelos arredores. Vários dos principais picos dos Alpes podiam ser vistos apesar de algumas nuvens, e entre eles, é claro, o Mont Blanc. Um túnel dá acesso ao teleferérico que vai à Itália, e no mesmo túnel está o acesso para a Vallee Blanche por onde saem e chegam vários montanhistas devidamente equipados. Este túnel também dá acesso a um mirante de onde vemos alguns escaladores subindo uma pequena parede de rocha próximo ao pico. O nosso ingresso incluia a subida de elevador que sobe os útlimos metros da Aiguille do Midi e assim "fizemos cume". A fila para descer era grande e apreciamos a vista já da fila para não nos atrasarmos muito e correr o risco de não poder fazer o passeio para a Mer de Glace.
Link para o álbum desta publicação: Chamonix - Parte 2/4: A Aiguille du Midi
domingo, 29 de agosto de 2010
Chamonix - Parte 1/4: A cidade
No início de julho fui à Annecy na França via Genebra na Suiça para participar de uma reunião e um congresso. No trajeto de volta passamos 3 dias em Genebra. O terceiro dia seria um pouco entediante por lá e num ato de semi-loucura entramos numa excursão de japoneses para ir à Chamonix na França. Custou caríssimo, e foi uma correria típica de excursões, mas dadas as circunstâncias valeu cada centavo. Seguimos o roteiro da excursão, mas "sozinhos".
No período da manhã visitamos a Aiguille du Midi que será uma segunda publicação sobre Chamonix, no período da tarde visitamos a Mér de Glace. A última publicação será sobre a etapa da Copa do Mundo de Escalada e da Copa Francesa de Escalada, coincidentemente ocorreu no dia que estivemos lá. Passei lá rapidamente no horário do almoço, mas estava tudo parado ainda.
A cidade é bem bonita e estava bem movimentada. Há várias lojas de equipamento, mas os preços não são melhores que em outros lugares. Minha única aquisição foi um poster panorâmico da montanha. As sapatarias tem nas placas botas e sapatilhas ao invés de sapatos de salto. No horário de almoço comemos sanduíches em uma lanchonete e demos uma volta rápida pelo centro e no local do campeonato de escalada. No final da tarde antes de irmos embora tivemos mais uma hora para circular e passamos de novo na área do campeonato.
Não há muito o que contar, então deixo as poucas fotos que fizemos da cidade.
Álbum desta publicação: Chamonix - Parte 1/4: A cidade
No período da manhã visitamos a Aiguille du Midi que será uma segunda publicação sobre Chamonix, no período da tarde visitamos a Mér de Glace. A última publicação será sobre a etapa da Copa do Mundo de Escalada e da Copa Francesa de Escalada, coincidentemente ocorreu no dia que estivemos lá. Passei lá rapidamente no horário do almoço, mas estava tudo parado ainda.
A cidade é bem bonita e estava bem movimentada. Há várias lojas de equipamento, mas os preços não são melhores que em outros lugares. Minha única aquisição foi um poster panorâmico da montanha. As sapatarias tem nas placas botas e sapatilhas ao invés de sapatos de salto. No horário de almoço comemos sanduíches em uma lanchonete e demos uma volta rápida pelo centro e no local do campeonato de escalada. No final da tarde antes de irmos embora tivemos mais uma hora para circular e passamos de novo na área do campeonato.
Não há muito o que contar, então deixo as poucas fotos que fizemos da cidade.
Álbum desta publicação: Chamonix - Parte 1/4: A cidade
domingo, 8 de agosto de 2010
Ao acaso
Hoje fomos à praia de Stavrós Anamaria e eu, e também uma portuguesa que morava aqui, a Manuela, e que está de passagem.. Faz algum tempo que tinha vontade de testar um software para montagem de fotos panorâmicas e assim ficas algumas fotos para poder testá-lo. Chegando em casa baixei as fotos no computador e usei o software que veio com a máquina só para ver como as fotos tinham ficado. Uma das sequências de fotos que fiz é da parede de Stavrós onde se encontram algumas das vias de escalada. Algum tempo depois de ter visto as fotos a Anamaria viu duas pessoas andando no topo do morro. Achamos que eram duas pessoas caminhando.
Para minha surpresa, quando fiz a panorâmica vi que uma pessoa estava no topo e a outra num ponto logo na sequência da terceira parada da via. Abaixo a panorâmica montada com três fotos, um pouco fora de foco porque foquei num ponto bem mais próximo. A foto tem 4,7 MB (clique para ampliar).
Para minha surpresa, quando fiz a panorâmica vi que uma pessoa estava no topo e a outra num ponto logo na sequência da terceira parada da via. Abaixo a panorâmica montada com três fotos, um pouco fora de foco porque foquei num ponto bem mais próximo. A foto tem 4,7 MB (clique para ampliar).
sábado, 7 de agosto de 2010
Páscoa em Ágio Fárago
Este ano a Páscoa Grega coincidiu com a Páscoa Brasileira, com a vantagem de que aqui a segunda-feira após o domingo de Páscoa também é "santa". O Giorgos Varagoulis que é apaixonado por Ágio Fárago botou uma pilha e convenceu uns e outros a irem passar o feriadão lá. O Manólis, o Kostas Kavalinakis e eu saímos sábado à tarde de Chaniá com o carro do Manólis e chegamos lá já de noite após uma viagem relativamente rápida de 2h30.
Ficamos lá até segunda-feira tarde da noite e chegamos de volta em casa depois da meia noite. Já faz tanto tempo que o passeio aconteceu que sou incapaz de contar detalhes. Acho que ainda bem, para os leitores não ficarem entediados. Em termos de escalada o rendimento não foi muito alto. Todo mundo acordava tarde e demorava horas para reagir. Depois ficava muito quente e queriam ir para a praia, etc. Durante o dia de fato ficava muito quente, mas sempre tem algum setor à sombra. Já à noite ficava bastante frio, ainda mais que estávamos usando uma barraca de verão com apenas uma cobertura e aberta na base.
Entre as vias que escalei se destacam um 6c (francês) totalmente negativo. Infelizmente não tenho fotos pois foram feitas com a máquina do Manólis (e acho que não ficaram muito boas). Tenho apenas uma foto da caverna. Também escalei com o Kostas um 7a (francês) que um francês deixou em top-rope para nós. Por sinal o francês e a esposa eram gente finíssima. Estavam fazendo um tour pela Grécia de motor-home para praticar windsurf e escalar. Encontrar eles também foi legal para saber que o guia de escalada de Ágio Fárago e de outras localidades de Creta foi publicado no final de 2009. Já encomendei e já chegou e outra hora falo sobre ele.
Já escrevi demais para quem não tinha nada para dizer, fiquem com as poucas fotos do evento.
Link para o álbum desta publicação: Páscoa em Ágio Fárago
Ficamos lá até segunda-feira tarde da noite e chegamos de volta em casa depois da meia noite. Já faz tanto tempo que o passeio aconteceu que sou incapaz de contar detalhes. Acho que ainda bem, para os leitores não ficarem entediados. Em termos de escalada o rendimento não foi muito alto. Todo mundo acordava tarde e demorava horas para reagir. Depois ficava muito quente e queriam ir para a praia, etc. Durante o dia de fato ficava muito quente, mas sempre tem algum setor à sombra. Já à noite ficava bastante frio, ainda mais que estávamos usando uma barraca de verão com apenas uma cobertura e aberta na base.
Entre as vias que escalei se destacam um 6c (francês) totalmente negativo. Infelizmente não tenho fotos pois foram feitas com a máquina do Manólis (e acho que não ficaram muito boas). Tenho apenas uma foto da caverna. Também escalei com o Kostas um 7a (francês) que um francês deixou em top-rope para nós. Por sinal o francês e a esposa eram gente finíssima. Estavam fazendo um tour pela Grécia de motor-home para praticar windsurf e escalar. Encontrar eles também foi legal para saber que o guia de escalada de Ágio Fárago e de outras localidades de Creta foi publicado no final de 2009. Já encomendei e já chegou e outra hora falo sobre ele.
Já escrevi demais para quem não tinha nada para dizer, fiquem com as poucas fotos do evento.
Link para o álbum desta publicação: Páscoa em Ágio Fárago
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