quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Fotos panorâmicas

Os leitores que acompanham este blog com certa regularidade e desde o princípio devem ter notado que publiquei algumas fotos panorâmicas.

O meu objetivo com o blog é compartilhar com os amigos as minhas experiências de escalada aqui na Grécia, ilustrando o máximo possível com fotos. Pensei que fotos panorâmicas seriam legais para mostrar paisagens e até falésias. Há algum tempo dei uma pesquisada na internet por programas de computador para unir fotos para formar fotos panorâmicas. Foi uma pesquisa sem muito rigor, mas testei três ou quatro programas diferentes entre vários que encontrei. Apenas um deles ofereceu resultados positivos, pois a maioria assume que foi utilizado um tripé e que o encaixe das imagens é quase perfeito.

O programa aprovado e que recomendo é o Panorama Perfect que na sua versão Lite é gratuito (com limite no tamanho da foto final). O programa é fácil de usar, talvez requerendo algum estudo sobre fotografia, e oferece diversos recursos para melhor encaixar as fotos. Ainda não li o manual e portanto não uso ele com força máxima. Talvez por isso as minhas panorâmicas não tenham ficado muito boas. Quem achar que os recursos para fotos panorâmicas oferecidos em suas máquinas fotográficas digitais e seus respectivos softwares deixam a desejar, fica a dica.

Para complementar recomendo buscarem na internet sites que dão dicas de como bater fotos para uni-las depois numa foto panorâmica. Achei bastante coisa e alguns interessantes, apesar de não ter lido todos em detalhes. Não passo os links porque não os guardei.

Vejam (de novo) as panorâmicas que já fiz:
Monte Várdia (não corrigi direito contraste, brilho e etc. nas junções das fotos)
From Eu não me canso

Mármara (o sol não ajudou e a foto ficou um pouco "esmagada" na largura)
From Quase fui a Mármara

Stavrós (ficou torta e com muita claridade na foto mais da esquerda, e arredondada em geral)
From Panorâmica de Stavrós

Analoukas (O morro e a estrada parecem curvos. (D)efeito semelhante a Stavrós)
From Outro tipo de rocha

Kalathás (a primeira que fiz e a que ficou melhor)
From De volta à Kalathás

sábado, 13 de setembro de 2008

Grandes chances

Por volta de 17h00 decidi empacotar o equipamento para ir escalar sozinho no Monte Várdia, já que não recebera um resposta para a mensagem que enviei ao Christos ao meio-dia. Levei todo o equipamento na expectativa de encontrar alguém lá e assim me "auto convidar a mim mesmo" para me juntar a este alguém, ou "alguéns". As chances eram muito pequenas, claro.

Comecei na primeira via do setor, um 'V' classificado no guia como boulder. O crux é na entrada e mal o sangue começou a correr forte nas veias, passou por mim uma moto com dois caras que não hesitaram em cumprimentar. Interrompi minha "promissora" ascenção para ir falar com eles, o Apostólis e o Elefthérios. Nem deu tempo de a gente conversar muito e já me ofereci para me juntar a eles. Concordaram imediamente, mas estavam ali só para fazer boulder. A verdade é que o Apostólis está retomando a escalada depois de passar por duas cirurgias, uma na mão e outra no pulso, e está trazendo junto o Elefthérios, iniciante na arte de subir pedras, para ele aprender alguns movimentos na rocha.

Acabei ficando sozinho e deixei eles escalando. Fiz a parte baixa de alguns boulders e achei um acesso fácil para o topo da falésia, que poderei usar em outras oportunidades para ir até o topo de uma via para armar top-rope.

Certa hora acabei indo escalar na mesma parte da pedra que eles e voltamos a conversar. O Apostolis desandou a falar. Ele reclamou que muitas vias aqui em Chaniá têm as chapeletas longe demais uma das outras e que recentemente algumas vias, do Monte Várdia por exemplo, receberam mais chapeletas para melhorar a segurança. Por conta disso, ele disse que prefere escalar nas regiões de Réthymno ou de Heráklio, onde as vias são mais protegidas

Deixou claro portanto, que para ele o importante é segurança, e deu a entender que era um aviso caso eu queira escalar com ele. Na última publicação, bem no finalzinho, comentei sobre a segurança (dar segurança). Mencionei como os escaladores parecem distraídos e têm fé no grigri. Curiosamente ele tocou neste assunto, sem mencionar ninguém, e vejam a seguir os dois "causos" que ele me contou.

O Apóstolis é amigo do Manólis Kampourakis. Este último é mencionado no guia de escaladas de Kapetanianá como a pessoa que estava encabeçando a proliferação de vias nessa região, atualmente. Além disso foi ele que equipou/abriu várias em Plákias (além de Kapetanianá), que resultou em elogios de vários dos melhores escaladores da Grécia. Ele, o Manólis, está com metade do corpo paralisado e hospitalizado; a pessoa que estava descendo-o de baldinho deixou o final da corda passar pelo aparelho. Em outra publicação comentei sobre a ida ao Festival Grego de Filmes de Montanha, aqui em Chaniá. Um dos filmes que vi, era uma homenagem de cerca de 5 minutos a um escalador daqui que morreu escalando no Paquistão. Ele morreu porque o amigo/parceiro dele também deixou o final da corda passar pelo aparelho e o cara caiu.

Comentei brevemente na penúltima publicação que as vias que os caras escalaram no Jardim Suspenso são de duas enfiadas, mas que fizeram em uma. Ou seja, na hora de descer de baldinho, eles são baixados até um nó na ponta solta da corta bater no freio e depois o segurança sobe enquanto o outro desce, até se juntarem numa parte da via que pode ser descida desescalando sem muita dificuldade. Outro erro de segurança que não comentei foi o fato de que mais de uma vez vi eles unindo duas costuras para diminuir o arrasto. Até aí tudo bem, mas ao invés de retirar um mosquetão de uma para uni-las -três mosquetões e duas fitas- eles costuravam uma na chapeleta e depois outra na costura de antes, algo que é errado.

Fora questões de segurança, perguntei sobre outros setores em Chaniá que não estão no guia, e ele me falou de Zurvas, um setor além de Thérisso onde a outra turma estava na primeira vez que liguei para eles, antes de irem para o Jardim Suspenso. Comentou também que uma dupla de bons escaladores, irmãos, têm uma cafeteria em Sougia, um balneário turístico importante ao sul de Chaniá. Este dois começaram a abrir vias na Garganta de Lissós, próxima a Sougia, que já conta com duas vias.

Depois da conversa fui para outro local escalar mais um pouco e quando voltei, já decidido a ir embora, vi eles fazendo uma travessia na parte de tetos do Monte Várdia. Botei a sapatilha de volta e escalei um pouco com eles. Fiz a travessia nos dois sentidos. Bem legal, com uns 6 metros de extensão. Boas agarras para os pés, e nem tão boas agarras (bastante agressivas) para as mãos, sempre empurrando o escalador para fora.

Anotei o telefone do Apostólis e ele vai me ligar amanhã se for escalar, provavelmente em Thérisso. Ele também disse que provavelmente vai escalar em Réthymno no próximo final de semana e que me avisa se for. Saí do Monte Várdia por volta de 20h00, já noite. Incrível que há menos de um mês eu saia às 21h00 com os últimos raios de sol. Já em casa chegou uma mensagem do Christos dizendo que não escalou hoje, mas que me liga se for amanhã à tarde. Ou seja, as chances de escalar no domingo são bem grandes.

P.S. Apesar dos comentários "maldosos" que fiz, não acho que seja perigoso escalar (esportiva) com o Christos e etc., tanto é que continuarei indo se me chamarem. Mas até o momento não encaro uma parede com algum deles e verificarei sem piedade os meus parceiros.

P.S.2 Enquanto estava relendo o texto chegou um mensagem do Apostólis dizendo que não vai mais escalar amanhã, mas que me liga no próximo final de semana. As chances para este final de semana voltaram a diminuir...

Link para o álbum desta publicação: Grandes Chances

domingo, 7 de setembro de 2008

Fui roubado

Acordei e passei o dia ansiosamente esperando a potencial mensagem (ou ligação) me chamando para escalar, que chegou por volta de 15h30. O ponto de encontro era o Jardim Suspenso, o mesmo de ontem. Quando cheguei o Christos já estava no topo da Kiss or Kill para fotografar o Áris que estava começando a via. Assisti um pouco a coisa toda e fui com o Johnny escalar a Fast & Furious, um 7b.

A via tem um crux num negativo com poucas agarras onde já cheguei com os braços detonados. Não consegui passar o crux. O Johnny tentou em seguida e também não conseguiu. Fiz segurança para o Johnny, atividade que não praticava fazia 12 meses. Enquanto segurava ele a galera um pouco mais embaixo fumou alguma coisa com cheiro diferente de cigarro que não sei o que era. Me parece que era algo que dava um barato, pois depois disso ficaram cerca de meia hora se divertindo com as ondas mecânicas que se propagavam por uma corda pendurada no teto e dando risadas.

Como não conseguimos escalar a via, o Áris veio continuar e foi até depois do crux para eu tentar de novo em top rope. Lá fui eu com segurança do Johnny. Passei o crux em artificial e depois guiei o resto da via. Enquanto escalava, todos exceto o Johnny, desceram para ir em outro setor próximo, e enquanto eu me preparava para fazer o rapel o Johnny também foi embora. Nunca vi disso. Me deixaram sozinho fazendo rapel, num negativo. Tive que ficar me balançando para lá e para cá para alcançar as costuras e limpar a via. Para piorar as coisas quando fui arrumar minha mochila vi que tinha acontecido uma das coisas mais baixas que já vi/ouvi até hoje.

Já ouvi falar de escaladores que cobraram curso e não deram, pegaram grana da galera para trazer equipo dos EUA e os equipos nunca vieram. Nem o dinheiro. Escalador que teve equipo roubado na base da via onde só tinha escalador, e etc. E não estou falando de qualquer charlatão. É gente que é idolatrada por aí. Ah, e ouvi das vítimas! Pois então, cheguei sedento na mochila, pronto para esvaziar pelo menos uma das duas garrafinhas de água que levei, com 500 ml cada. Não tinha água nenhuma, nem garrafa. Difícil de acreditar que roubaram minha água. Pelo menos minhas duas expressas que tinham ficado ontem estavam ali.

Desci solitariamente e parei no carro para tomar água numa garrafa que deixo por segurança. Subi até o outro setor que fica próximo e nem toquei no assunto da água, nem ninguém. Deixei por isso mesmo, afinal não era hora de arrumar intrigas. Estavam ali outros escaladores, dois deles escalando de capacete. Escalando, pois na hora de fazer segurança tiraram. Esqueci de contar ontem que derrubei uma pedra que quase caiu na cabeça do Johnny. Ele deve atrair pedras, pois hoje quase caiu outra na cabeça dele. Fiquei assistindo eles escalarem a Vasoúla, um 7c/8a. Ao mesmo tempo o Johnny tentou a Kerasáki, 6. Mais dois caras compunham a turma e aparentemente não escalam. Uma menina que escala também estava por ali, acho que Italiana.

A Kerasáki é bem mais difícil do que as duas vias que escalei ontem. O crux é num negativo com agarras sem pegada boa. O Johnny não conseguiu e a expectativa era de que eu limparia a via. Que nada. Fui um pouco mais longe que o Johnny, consegui segurar com as duas mãos no "agarrão" que dá saída do negativo, mas não consegui me aguentar nele por muito tempo e caí. Isto depois de pelo menos quatro tentativas. Não tem jeito, para escalar negativo tem que estar forte...

O Alexandros teve que limpar a via com segurança minha já no escuro. Todos desceram antes e nós dois tivemos que descer no escuro. O Alexandros não sabia o caminho para descer e estava sem lanterna. Acabei achando o caminho e depois de um tempo ele começou a ficar nervoso, daí peguei minha laterna e saímos sem problemas. Apesar de ele gritar, ninguém veio dar uns betas.

Me despedi dos caras. As vezes eles são simpáticos, mas são esquisitos. Até o momento, prefiro escalar com a Anamaria, que não é escaladora, do que com eles que são. Acho eles meio distraídos na hora de fazer segurança e deixam muita barriga (um passo para frente e a barriga encosta no chão). Se fiam demais no gri-gri e ficam de papo. Mas não quero parecer reclamão. Pelo menos estou conhecendo setores novos. Espero que as coisas melhorem.

Link para o álbum desta publicação: Fui roubado

sábado, 6 de setembro de 2008

Jardim suspenso

Depois das lamentações fiquei esperando que me ligassem. Por volta de 17h20 o Christos me ligou e disse para encontrá-los no Κρεμαστός κήπος (Cremastós kípos), que quer dizer Jardim suspenso, um setor com quatro vias, duas de duas enfiadas, que ele mesmo abriu em setembro de 2007.

Já estava com todo o equipamento pronto, peguei as coisas, fechei a casa e toquei para lá. Em menos de 30 minutos cheguei na base do morro, estacionei o carro e pude ver duas pessoas chegando na base das vias, que fica após um subida por um trilha de cerca de 10 minutos. A parede é impressionante. Começa com um parte vertical que depois fica côncava, fazendo um negativo fabuloso. Tirei uma foto, peguei as coisas e toquei para cima.

A trilha é super escorregadia e cheia de arbustos espinhentos. Para piorar errei o caminho e fiquei todo lanhado nas pernas. A recepção não foi muito calorosa, mas foram simpáticos. Nunca me aconteceu isso, mas algum mato no caminho me fez espirrar umas 10 vezes depois que cheguei na base das vias. Além do Christos, estava ali o Áris, de Heraklion. Vi o Áris tentar uma via em torno de 9a (brasileiro), com aproximadamente 60 m de extensão. Ele acabou abandonando pouco antes do final.

Enquanto o Áris escalava chegaram o Alexandros e o "Johnny" que estava em Chaniá, e o Basílis que estava olhando outro setor. Os três, bem como o Christos são os que eu tinha conhecido no final de semana passado. Chegou minha vez de escalar e entrei numa via chamada Slab Garden, indicada como um VI (brasileiro) com 20 metros de extensão. Me saí muito bem, e encadenei a via que é bem fornecida de agarras bem boas. Depois de descansar um pouco e ver o Alexandros mandar o primeiro 7c (brasileiro) dele, e o "Johnny" passar um veneno na via que eu já tinha escalado, fui para outra via antes que anoitecesse. Também com 20 m de extensão, chama-se Therisso Style, e é graduada como um Vsup/VI. Apesar da graduação menor que a outra, passei um veneninho. Além das proteções estarem mais afastas, a via começa num negativo que exige um pouco de braço. Também encadenei. As duas continuam com a mesma segunda enfiada pelo negativo, mas não tentei. É um nono grau....

Me senti bem melhor na rocha, pelo fato de ter agarras boas e por ser mais abrasiva (estou com a mão toda esfolada). Como estava bastante empolgado, tenho dificuldade de afirmar que as vias daqui estão subgraduadas comparadas com o Monte Várdia (e vice-versa). Comentei com eles sobre isso e eles disseram que "aqui" é a nova geração e o Monte Várdia é a velha geração...

Descemos já de noite por volta de 20h00 assim que terminei de escalar.
Amanhã eles voltarão e espero que me liguem. Até porque duas costuras minhas desapareceram e acho que estão entre as que eles deixaram na parede.

Duas observações adicionais são: quando o Alexandros chegou, ele ligou um mp3 player em duas caixinhas do som. No final acabou desligando por que estava difícil de ouvir quem estava no lato. Já tinha notado esta breguice quando os encontrei no Monte Várdia na outra vez. Alguns deles fumam cigarro (quase todo grego fuma cigarro). O cheiro é desagradável, mas pelo menos escalei. Até o momento parece que não são adeptos de entorpecentes ilegais.

Fiquei sabendo também que o guia de escaladas de Kapetanianá que tenho de 2006, não é o novo, é o velho. O novo ainda não foi lançado, mas vai ter pelo menos mais 40 vias esportivas na região de Ágio Fárango, que o Áris abriu....

Link para o álbum desta publicação: Jardim suspenso

Mendigando

Sábado (hoje) depois do almoço resolvi ligar para o grego que conheci no final de semana passado (ver publicação anterior), para saber se eles iam escalar hoje e/ou amanhã. Me disse que estão em um setor de escaladas além de Thérisso (que não conheço e que não está no guia de Chaniá). Disse que depois (final da tarde) irão para Thérisso. Pedi para me ligar quando forem para lá, para eu ir ao encontro deles. O pior de tudo é que ainda durante a semana encontrei com um deles na rua. Ele tinha recém chegado de Thérisso com o cara para quem telefonei e perguntou como eu era de tempo. Disse que só posso final de semana, inclusive o próximo!

Uma coisa é quereres escalar no final de semana e ligar para todo mundo e ninguém estar disponível, outra é as pessoas irem escalar, saberem que estás disponível e não te ligarem. Ficar mendigando parceiro de escalada é humilhante.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Acabaram as desculpas

Esta semana acabou a novela do magnésio. Fiz uma compra pela internet de alguns equipamentos e magnésio, que chegaram na terça-feira. Assim sendo, sábado à tarde voltei ao Monte Várdia. Escalei as três vias de sempre, Louki Look, I Aspri e I Mávri, e armei um top na Mikrá Mistiká, todas um pouco mais 'fáceis' desta vez (ver Pausa).

Para minha surpresa quando chegamos na 'área' de estacionamento, tinha um carro ali. Quando chegamos na falésia tinha um jipinho e quatro caras praticando bouldering na primeira parte da falésia. Cumprimentamos a todos e só não fomos respondidos por um cara que depois se mostrou um boçal. Fui para minha escalada e depois três deles passaram por ali para ir em outras vias e conversamos um pouco. Voltamos a escalar e antes de irem embora conversamos mais um pouco com dois deles, muito simpáticos. Ficaram espantados com a quantidade de lugares que já fui escalar aqui em Creta, alguns dos quais eles nem sabiam (aqueles no leste de Creta: Analoukas, Chochlakiés e Káto Zákros). Por conta do bate papo, limpei duas vias em que tinha deixado top já à noite, com lanterna.

Parece que na região de Chaniá não passa de 20 o número de escaladores e que o lugar que eles mais freqüentam é Thérisso. Além disso, dos quatro apenas um é de Chaniá, os outros moram aqui mas são de Atenas e Tessaloniki. Esclarece um pouco o fato de eu quase nunca ter encontrado ninguém. Trocamos os números de telefone e tudo indica que na minha última escalada antes de a Anamaria ir para o Brasil, consegui parceiros para escalar no próximo mês. Um deles disse que está escalando 7a (Francês) e o outro 8a, ou seja não estão fracos. E seu eu puder escalar com eles vai ser bom para parar de lenga, lenga e começar a me puxar para valer também. Ou seja, com parceiros de escalada e com magnésio, acabaram as desculpas.... Pensando melhor, minha sapatilha está gasta e frouxa...

Link para o álbum desta pulicação: Acabaram as desculpas

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Etapa final

Fugindo um pouco da "rotina", participem e prestigiem a etapa final do ranking catarinense de escalada 2008. Já participei de vários como "atleta" ou assistindo, e sempre foi muito legal. É uma ótima oportunidade para conhecer escaladores ou rever amigos de outras pedras do estado. (cliquem na imagem para ampliar).